quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

A escuridão

​Lembras-te de te rires na minha cara, quando, naquele momento, já levavas mais um para a cama?
Mas que tara, que desvio, que desequilíbrio, és tão cabrona!


Nem é o acto em si, que me repugna, é a tua capacidade de não te respeitares, a tua falta de sensibilidade, de brio, de afecto, de princípios e carácter.

Tudo passa, o tempo cura, não mata mas mói.

Só constato, mais uma vez, o vazio que te invade, e a escuridão que sobre ti se abate.


2 comentários: