quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Um vulcão em erupção

Não sou perfeito, nem espero sê-lo, mas quem o é afinal?
Dizes-me que sou bruto, pouco sensível. Sinto-me é incompreendido e que tudo o que sou não é efectivamente entendido.

 
Como podes tu dizer isso?

Logo a seguir, e com a espontaneidade que tanto adoro, mostro-me apaixonado, agarro-te em qualquer lado (amo quando tu o deixas e nem sequer questionas), na loucura do momento, ambos sabemos: sou um cabrão, mas vou dar-te toda a minha paixão.
 
Até porque tu e a tua interminável tesão, deixam-me completamente atordoado, parece que acabei de levar um abanão.
Se não te rasguei a roupa toda logo ali, pouco faltou, as tuas cuecas, nem as vi, mas dali já algo voou.

 
Pingamos por todo o lado, um em cima do outro, os gemidos não param, parece que vou rebentar, e tu pareces um vulcão!
A temperatura? É a mais extrema erupção!

 
Eu já nem sei quanto tempo passou, mas o teu sorriso de satisfação já me alegrou.  


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