segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Agressividade passiva, violenta e cirúrgica

Não te dou mais o gostinho de me tratares com desprezo.
Com aquele desdém mesquinho. Com essa agressividade passiva, violenta e cirúrgica.


Manténs uma atitude fria e calculista levas-me a um estado ignóbil, estático, crias-me ansiedade, uma inquietude constante...

És uma estúpida, nem para ti és boa. Não sabes o que queres. Não sabes o que preferes.

No fim do dia, todos sabemos, cresceste assim, e se calhar não tens culpa, mas também nunca foste muito astuta.

Parece-me que cais mais para o lado do burro, do intragável, do nada apetecível!




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